Os riscos da cesariana

 

A etimologia da palavra cesariana explica bem a natureza desse procedimento; vem do latim caedere e significa ceder ou cortar. É um procedimento muito antigo, com alguns indícios de que vem sido praticado desde a época romana, ou até antes.
No Brasil, 50% dos partos são cesarianas. Esse número é preocupante: a Organização Mundial da Saúde recomenda que apenas 15% de todos os nascimentos sejam feitos deste modo, já que os riscos da cirurgia sempre foram altos.
Os bebês nascidos de cesária têm um risco de morte que pode ser 10 vezes maior do que os que nascem de parto natural. Eles também estão mais propensos a doenças respiratórias e problemas na amamentação.
As mães que optam por esse tipo de parto estão mais sujeitas a infecções, hérnias e um pós-operatório doloroso e demorado. Ainda têm maior risco de morte na cirurgia e podem desenvolver problemas na placenta e no útero, o que traz dificuldades na próxima gravidez.
A cesariana é recomendada em alguns casos, como quando o feto está mal posicionado na barriga da mãe, a placenta está bloqueando a saída do feto ou há erupção de herpes genital, entre outros. Porém, a maioria das cirurgias de cesária e feita por praticidade, porque permite planejar o dia e hora do nascimento da criança.

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Foto por Trevor Bair: http://migre.me/ccddm

 

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