Documentário brasileiro mostra os benefícios do parto humanizado

O documentário “O Renascimento do Parto” (2013, 90 min), que estreia dia /08/2013 em São Paulo, no Rio e em Brasília e, em setembro, integrará o 6º Los Angeles Brazilian Film Festival, levanta algumas questões:

* Basta que mãe e filho sobrevivam ao parto ou o nascimento deve se transformar em experiência agradável?

* Será que a prática excessiva de cesarianas terá impacto negativo na humanidade?

O documentário ouve médicos, obstetrizes, doulas e o Ministério da Saúde, numa espécie de manifesto em favor do parto humanizado — em casa ou no hospital. “Muita gente pensa que o filme quer fazer a dicotomia entre cesárea e parto normal. Mas é mais que isso, é mostrar o absurdo do índice de cesáreas e dizer que existe o parto humanizado”, diz Érica de Paula, acupunturista, doula e responsável pela produção e pelo roteiro do filme.

No filme –dirigido por Eduardo Chauvet, marido de Érica–, são apresentados os riscos das cesarianas marcadas por conveniência, como o risco da prematuridade, e as intervenções realizadas nos hospitais.

Ao  mostrar um parto nomal, talvez a cena mais forte seja a que mostra uma episiotomia –corte na região entre a vagina e o ânus da mulher em trabalho de parto. Por outro lado, o documentário destaca o sentimento de estreitamento de laços no parto humanizado. É quando, segundo o médico francês Michel Odent, os “hormônios do amor” da mãe passam melhor para o filho.

É fato que o tipo de parto – normal, humanizado ou cesárea – deve ser  adequado às condições da gestante. Mas é sempre bom se informar, ler bastante e ver todos os documentários para discutir as opções de forma ampla e transparente com seu obstetra.

 

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