Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado nesta quarta-feira

Hoje, dia 21 de março, é o Dia Internacional da Síndrome de Down, alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21, por isso também conhecida como trissomia 21. Atualmente, a data ganha uma boa notícia: com os avanços da medicina, a expectativa de vida dos portadores da modificação genética subiu de cerca de 15 anos, em 1947, para 70, de acordo com dados da Santa Casa de São Paulo.

Segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o número de casos no país supera os 300 mil. A Síndrome de Down pode atingir um entre 800 ou 1000 recém-nascidos. A variação deve-se ao fato de a incidência do distúrbio aumentar em filhos de mulheres mais velhas.

Os indivíduos com Síndrome de Down podem apresentar algumas ou todas as características ligadas ao distúrbio. Entre elas estão o comprometimento intelectual, dificuldades motoras e na articulação da fala, rosto arredondado, mãos e orelhas pequenas, flacidez muscular e pescoço curto.

Também estão mais suscetíveis a determinadas doenças, como cardiopatias, obesidade, problemas renais e alteração dos glóbulos brancos no sangue. Cerca de 40% tem doenças cardíacas estruturais, um índice muito maior do que o registrado na população em geral. Também são muito comuns os problemas na glândula da tireóide em mulheres com down.

As crianças com síndrome de down devem ser submetidas a uma terapia que envolve profissionais de diversas disciplinas – fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia- para superar as dificuldades impostas pelo distúrbio. Quanto à educação, até a fase de alfabetização, deve ser como a de qualquer outra pessoa.

Atualmente, diversas empresas estão contratando profissionais com Síndrome de Down. Está comprovado que os portadores do transtorno podem, sim, ser inseridos no mercado de trabalho e desempenhar funções como qualquer outro profissional.

Embora não tenha cura, o avanço na medicina permitiu um grande aumento na expectativa de vida. De 15 anos, em 1947, subiu para 50, em 1989. Hoje, há pessoas que viveram até os 70 anos com o transtorno.

 

Fonte: Jornal do Brasil

Imagem: http://www.aulasedicas.com

 

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