Aleitamento materno pode reduzir risco de obesidade infantil.

Uma pesquisa conduzida pela Escola de Saúde Pública do Colorado, que foi publicada na revista Internacional Journal of Obesity, afirma que a amamentação pode ser um fator de diminuição de risco de obesidade infantil. O estudo vem como esperança para a constatação de que grávidas diabéticas apresentam mais riscos durante a gestação, inclusive  o de filhos com obesidade infantil.

Foram monitorados 94 filhos de mães diabéticas, e cerca de 400 sem a doença, dos 0 aos 13 anos.  Foi analisada a influência da amamentação no crescimento do Índice de Massa Corporal (IMC), usado para medir a obesidade. Segundo a coordenadora da pesquisa, Dra. Tessa Crume, “Existem períodos críticos para a definição perinatal do risco de obesidade na gravidez e na vida da criança”.

A pesquisa indicou que gestantes diabéticas que amamentavam seus filhos por mais tempo provocavam um crescimento de IMC mais lento do que aquelas cujo aleitamento durou menos de seis meses de vida da criança. O interessante é que esse mesmo padrão se observa também em mães que não são diabéticas.

De acordo com Dra. Tessa, é do conhecimento dos pesquisadores que os filhos expostos à obesidade ou diabetes durante a gestação correm mais riscos de desenvolver doenças metabólicas ou obesidade infantil. Sendo assim, o estudo aponta uma alternativa para normalizar o crescimento do IMC.

Vale ressaltar que o aleitamento materno proporciona benefícios que vão além da prevenção da obesidade infantil. Tanto a criança quanto a mãe são beneficiados com o aleitamento. Ele auxilia a mãe na perda de peso após a gravidez, diminui eventuais sangramentos pós-parto, além de reduzir risco de doenças como câncer de mama, osteoporose e complicações cardíacas. No caso do bebê, a amamentação é fundamental para a maturação do intestino, aumento da imunidade, melhor desenvolvimento intelectual, entre diversos outros benefícios.

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Fonte: http://boasaude.uol.com.br

Imagem: http://www.breastfeeding-problems.com

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